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Segunda-feira, 23 de setembro de 2019

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Justiça admite delação de Chico Lima em processo por desvio de R$ 12 milhões

Da Redação - Arthur Santos da Silva

10 Set 2019 - 10:52

Foto: Reprodução

Justiça admite delação de Chico Lima em processo por desvio de R$ 12 milhões
A juíza Ana Cristina, da Sétima Vara Criminal de Cuiabá, atendeu pedido do Ministério Público e juntou a delação premiada do procurador do Estado aposentado, Francisco Gomes de Andrade Lima Filho, o Chico Lima, em processo movido contra o ex-secretário de Fazenda (Sefaz),  Eder Moraes, o ex-deputado estadual e ex-prefeito de Rondonópolis (212 km de Cuiabá), Percival Santos Muniz e mais seis pessoas.

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Audiência de instrução prevista para ocorrer na segunda e terça-feira (9 e 10) foi adiada para os dias cinco e seis de novembro.

No caso, o Ministério Público de Mato Grosso (MPE), por meio do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) ofereceu denúncia em 2018 por corrupção passiva e ativa envolvendo atos fraudulentos na época em que Eder Moraes estava à frente da Secretaria de Estado de Fazenda.

Foram denunciados além de Éder Moraes e Percival, o ex-secretário Adjunto de Gestão da Sefaz, Emanuel Gomes Bezerra Júnior, os empresários Jair de Oliveira Lima,  José Márcio Menezes, Jurandir da Silva Vieira, Cláudia Angélica de Moraes Navarro e a servidora da Sefaz, Lucia Alonso Correia. 
 
De acordo com o MPE, os fatos apontados nas denúncias revelam esquema para desvio de recursos públicos na ordem de R$ 12 milhões, ainda não atualizados. As fraudes foram cometidas com utilização de cenário e documentações falsas que justificaram pagamentos em torno de um suposto processo de restabelecimento econômico financeiro envolvendo contratos firmados entre a Sefaz e a empresa Bandeirantes Construções e Terraplanagem Ltda, no ano de 2005.

2 comentários

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  • trabalhador
    10 Set 2019 às 13:49

    é nuita grana o povo aqui matando um leão por dia pra sobreviver, inversão de valores .

  • Isaias
    10 Set 2019 às 12:39

    Mais um processo que o procurador responde. Como delator terá prerrogativas, embora seja éu também.

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