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Quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

Notícias | Civil

​CASO DE 2013

Justiça penhora imóveis de Carlos e Tetê Bezerra por dívida de R$ 18,6 milhões

Foto: Rogério Florentino / Olhar Direto

Justiça penhora imóveis de Carlos e Tetê Bezerra por dívida de R$ 18,6 milhões
O juiz Luiz Octávio Saboia Ribeiro, da 3ª Vara Cível de Cuiabá, intimou a defesa do cobrador de uma dívida do deputado federal Carlos Bezerra (MDB) e de sua esposa Aparecida Maria Borges Bezerra (Tetê Bezerra), para que comprove a aceitação do encargo de depositário dos bens penhorados. Na ação é cobrada a dívida de R$ 18,6 milhões, de 2013, do casal com o engenheiro civil Pedro Luiz de Araújo Filho. A intimação foi publicada no Diário de Justiça desta quinta-feira (2).
 
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Em janeiro de 2014 Pedro Luiz Araújo Filho entrou com uma ação de execução de título extrajudicial contra Carlos Gomes Bezerra e Aparecida Maria Borges Bezerra, com base no Instrumento Particular de Confissão de Dívida de julho de 2013, no qual Bezerra e sua esposa confessaram uma dívida de R$ 7 milhões.
 
No decorrer do processo foi determinada a penhora de imóveis do casal, alguns deles rurais. Carlos e Tetê Bezerra recorreram, sendo o recurso atendido pela Justiça, e ofertaram outros imóveis, sendo quatro em área urbana e 14 lotes em Chapada dos Guimarães. No entanto, houve recusa dos bens ofertados, com a alegação de “ausência de liquidez necessária à satisfação do crédito”.
 
A Justiça então determinou a avaliação de outros imóveis, localizados em Campo Verde e em Cuiabá, cuja penhora restou determinada. Em uma outra manifestação o valor da dívida foi atualizado para R$ 18.657.105,81. Na publicação desta quinta-feira (2) a defesa de Bezerra recebeu uma intimação.
 
“Intimo a parte exequente, na pessoa de seu(s) advogado(s), para juntar aos autos o termo encartado no id. 71610731, devidamente assinado pelo exequente, como aceitação do encargo de depositário dos bens penhorados [...], no prazo de 48 horas”.
 
Em 2014 Carlos e Tetê Bezerra chegaram a falar que estavam sendo chantageados pelo engenheiro civil Pedro Luiz de Araújo Filho, que acusaram de ser um agiota, e afirmaram que não possuíam qualquer dívida.
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