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Sábado, 22 de junho de 2024

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crime em Peixoto

Juíza decreta prisão preventiva de envolvido em duplo homicídio e quebra sigilo telefônico

Foto: reprodução

Juíza decreta prisão preventiva de envolvido em duplo homicídio e quebra sigilo telefônico
A juíza da 2ª Vara de Peixoto de Azevedo, Paula Tathiana Pinheiro, decretou a prisão preventiva de Eder Gonçalves Rodrigues, que foi detido por suposto envolvimento em duplo homicídio que ocorreu em Peixoto de Azevedo (653 km de Cuiabá), no dia 21 de abril. A magistrada ainda determinou a quebra do sigilo telefônico dele.


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A Polícia Civil tomou conhecimento do envolvimento de Eder somente na terça-feira (23). Ele foi preso com o irmão Márcio Ferreira, contra quem já havia sido expedido um mandado de prisão.

Eder foi localizado na cidade de Alta Floresta e preso após os policiais montarem uma "campana" para conseguirem prende-lo durante a manhã.

A magistrada Paula Tathiana ressaltou que Eder fugiu na companhia de Inês Gemilaki e o filho dela, Bruno Gemilaki, após matarem Pilson Pereira da Silva e Rui Luiz Bogo, e que a decretação da prisão preventiva auxiliaria na investigação.

"No caso em apreço, o decreto preventivo em face do representado deverá se dar pela garantia da ordem pública, especialmente pelo cometimento de crimes com elevado grau de reprovabilidade e brutalidade e pela frieza de sua autoria, na medida que a infração foi praticada em momento de descontração das vítimas, na presença de várias pessoas, justificando, por si só, a custódia antecipada do representado", diz trecho do documento.

Na mesma decisão, a juíza também autorizou a quebra de sigilo telefônico de Eder para que dados sejam extraídos no decorrer da investigação.

"Na espécie, verifico que estão comprovados os requisitos para a concessão da quebra do sigilo de dados telefônicos do aparelho telefônico apreendido com o representado. Isso porque, levando-se em conta a necessidade de reunir elementos de prova de materialidade delitiva e respectiva autoria, configura-se como procedimento indispensável à investigação", finalizou a juíza.
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