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Segunda-feira, 20 de maio de 2024

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OPERAÇÃO APITO FINAL

Foragido da Justiça é considerado uma das principais fontes de renda da organização liderada WT, aponta Polícia Civil

Foragido da Justiça é considerado uma das principais fontes de renda da organização liderada WT, aponta Polícia Civil
Michael Richard da Silva Almeida, alvo da Operação Apito Final, é apontado pela Polícia Civil como uma das principais fontes de renda da organização criminosa liderada por Paulo Witer Farias Paelo, o WT ou Paulo Ita. De acordo com a Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), ele, que é um dos “braços fortes” do líder criminoso, está foragido da Justiça após o Núcleo de Inquéritos Policiais (Nipo) decretar a sua prisão preventiva.


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 Segundo informações da decisão que autorizou a ação policial, Michael é primo de Emerson Ferreira Lima, irmão de Andrew Nickolas, e um dos “braços fortes” de Paulo Ita. Ele também é o responsável por recolher os valores nos pontos de venda de drogas. “Segundo consta, é uma das principais fontes de renda da organização criminosa”, diz trecho da decisão.
 
As investigações apontaram que Michael não possui vínculo empregatício, bem como capacidade econômica lícita demonstrada. Ele teria realizado transações financeiras com outros alvos das investigações que totalizaram, no período de afastamento do sigilo bancário, a quantia de pouco mais de R$ 321 mil em crédito e pouco mais de R$ 326 mil em débito.
 
Os investigadores explicaram que a participação de Michael na ocultação do patrimônio sob o comando de WT é revelada, por exemplo, na compra de um veículo Toyota Corolla pelo valor de R$ 180 mil.
 
Conforme as diligências, foram integralizados por transferências realizadas por Renan Freire Borman (R$ 105.000,00), Andrew Nickolas Marques dos Santos (R$ 40.000,00) e Michael (R$ 35.000,00) muito embora a propriedade fática do automóvel seja de WT. Todos citados nessa reportagem foram alvo da ação policial.
 
Retorno a Mato Grosso
 
Cinco suspeitos, que foram presos em Maceió (AL), na Operação Apito Final, foram transferidos para Cuiabá, no domingo (14). Eles estavam reclusos no Presídio de Segurança Pública e foram direto para a Penitenciária Central do Estado (PCE), na Capital mato-grossense.

Além de WT, foram transferidos: Alex Júnior Santos de Alencar, o Soldado, Andrew Nickolas, Tayrone Junior Fernandes de Souza e o advogado Jonas Cândido da Silva. Esse último foi preso ao desembarcar no nordeste brasileiro para prestar assistência jurídica para Paulo Ita.
 
Eles tiveram as prisões preventivas decretadas no bojo da investigação da Operação Apito Final, deflagrada pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), que apura um esquema de lavagem de dinheiro do tráfico de drogas fomentado, especialmente, na região do Jardim Florianópolis, em Cuiabá.
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