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Domingo, 25 de fevereiro de 2024

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CASO BARBIERI

Justiça revoga pedido de prisão de empresário suspeito de participar da morte de assessor de deputado

Foto: Reprodução

Justiça revoga pedido de prisão de empresário suspeito de participar da morte de assessor de deputado
A defesa do empresário Ezequiel Padilha de Souza Ferreira, 29 anos, afirma que ele não é mais procurado pela Justiça. Em nota, a defesa informa que a Justiça revogou o pedido de prisão temporária que havia sido decretada contra ele no dia 29 de janeiro, durante as investigações sobre a morte do assessor parlamentar Sérgio Barbieri, 73 anos, em Poconé.

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Segundo os menores apreendidos por envolvimento no crime, Ezequiel e Weverton Cezar Brito, 19, teriam sido os responsáveis pela execução do assessor. Brito está preso e Ezequiel era, até então, procurado pela Justiça.

Para Michelle Marie, advogada do empresário, a palavra dos menores envolvidos na investigação sempre se mostrou "inconsistente", "falha" e "sujeita" a alterações conforme os desdobramentos do caso. Ela diz que isso demonstra a “inveracidade das declarações".

“É necessário destacar que as investigações até o momento demonstraram inconsistências e contradições nos depoimentos dos envolvidos, o que levanta dúvidas técnicas significativas quanto à participação de Padilha, não havendo nenhuma prova credível que lhe possa ser imputada”, diz a advogada. 

“É importante salientar que, mesmo diante da pressão e das acusações infundadas, a Justiça, em consonância com o parecer ministerial, determinou o arquivamento dos autos, não encontrando elementos suficientes para fundamentar uma acusação formal”, finaliza. 

O caso

Sergio Barbieri foi vítima de uma emboscada que resultou em sua morte. Ele saiu de Cuiabá na manhã do dia 27 de janeiro para um suposto encontro amoroso com um rapaz em Poconé. A um sobrinho, ele disse que voltaria no mesmo dia. No entanto, não retornou. Amigos tentaram ligar para o número de Sergio, mas não obtiveram resposta. 

No dia seguinte, o corpo do assessor foi encontrado na Transpantaneira, em Poconé. Ele foi baleado três vezes, na cabeça e no tórax. Segundo apurador pelo Olhar Direto, os criminosos que participaram do crime receberiam R$ 2 mil cada um para atrair Sergio para a emboscada.
 
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