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Sábado, 13 de abril de 2024

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OPERAÇÃO JUMBO

Réus que movimentaram R$ 350 milhões com tráfico e lavagem de dinheiro serão inquiridos

Foto: Reprodução

Réus que movimentaram R$ 350 milhões com tráfico e lavagem de dinheiro serão inquiridos
A juíza Ana Cristina Silva Mendes, da 7ª Vara Criminal, marcou audiência de instrução e julgamento para inquirir os nove réus que respondem por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, no âmbito da Operação Jumbo II, deflagrada pela Polícia Federal em setembro de 2022. Capitaneada por Tiago Gomes de Souza, vulgo Tiago Baleia, a organização criminosa teria movimentado mais de R$ 350 milhões em quatro anos, conforme a PF.

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Audiência foi marcada para o dia 23 de outubro, a partir das 9h30, ocasião em que serão inquiridas as testemunhas comuns e interrogado os acusados. Designação foi determinada pela magistrada no último dia 20.

Foram intimados Tiago Gomes, André Luiz Veloso, Antôio Marcos Santos Silva, Karen Tatiane Leite, Mateus Souza dos Santos, Michel Padilha da Silva, Swamy Acre Rio Branco Maduro, Tahinara Aguilar Montano e Thiago Pinto Lopes.

Em setembro de 2022, a Polícia Federal deflagrou a 2ª fase da Operação Jumbo, cujo objetivo era desarticular uma organização criminosa voltada ao tráfico de drogas e responsável pela movimentação de vultuosas quantias em dinheiro. Os lucros eram inseridos no sistema financeiro valendo-se de postos de combustíveis, mineradora e transportadora.

Os policiais cumpriram 23 mandados de busca e apreensão, 9 mandados de prisão preventiva, além do sequestro de diversos bens.

A deflagração da 2ª fase decorreu principalmente das análises dos celulares dos investigados, apreendidos na 1ª fase da operação, notadamente do celular do líder da organização criminosa.

Em tais análises, foram identificadas outras pessoas físicas e jurídicas atuantes nas práticas criminosas e ainda não reveladas na fase inicial das investigações.

Com a ação, foram quatro postos de combustíveis sequestrados por determinação judicial.

Os investigados na fase 2 poderão responder pelos crimes de lavagem de capitais e organização criminosa, cujas penas somadas podem ultrapassar 18 anos de prisão.

As investigações e diligências contra o tráfico de drogas continuam, com especial atenção à prisão das lideranças e à descapitalização de organizações criminosas.
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