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Sexta-feira, 14 de junho de 2024

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deflagrada pela PF

Apreensão de dinheiro, lista de eleitores e quebra de sigilo embasam operação da PF contra Dona Neuma e vereador; entenda

Foto: Reprodução

Dinheiro apreendido

Dinheiro apreendido

Informações apuradas pelo Olhar Jurídico apontam que a Operação Sufrágio Limpo, deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta sexta-feira (4), apura compra de votos em nome da ex-candidata a deputada federal, Dona Neuma, e do ex-candidato a deputado estadual e vereador, Roni Magnani. Investigação teve início após prisão de pessoa identificada como Odenir Nunes de Oliveira, com R$ 11,3 mil, em Cuiabá, no bairro Novo Colorado. Roni Magnani é presidente da Câmara Municipal de Rondonópolis. 


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Segundo apurado, durante abordagem realizada por policiais militares, na Travessa Tom Jobim, bairro Novo Colorado, na capital, foi encontrado no interior do veículo conduzido por Odenir a quantia de R$ 11.3 mil, uma lista contendo dados (nome, CPF, número de inscrição eleitoral, zona e seção eleitoral) de 30 eleitores e materiais de campanha (adesivos e santinhos) da candidata Dona Neuma e do candidato Roni Magnani.
 
Ao ser flagrado, o autuado confessou aos policiais militares que na manhã do mesmo dia em que foi preso, recebeu a quantia de R$ 15 mil para compra de votos. Odenir foi liberado após pagar fiança à polícia. Em consequência, após colheita de depoimentos, Ministério Público (MPE) representou pelo afastamento do sigilo dos dados telemáticos e telefônicos do aparelho celular apreendido com o suspeito.
 
No dia cinco de outubro, o juiz Francisco Alexandre Ferreira Mendes Neto, da 51ª Zona Eleitoral de Cuiabá, autorizou “o acesso pela autoridade policial de todas as mídias existentes no aparelho celular”. Assim, as informações obtidas no momento da prisão, depoimentos e a quebra de sigilo embasam a operação realazida pela PF. 
 
A assessoria de imprensa de Dona Neuma emitiu nota sobre a operação. Veja abaixo:
 
Diante da operação da Justiça Eleitoral em sua casa na manhã desta sexta-feira (04) a assessoria da então candidata Neuma de Moraes, esclarece:
 
Trata-se de uma investigação sobre o processo eleitoral, do primeiro turno das eleições proporcionais de 2022, relacionada a apreensão de material de campanha da então candidata.
 
Esclarecida a situação, Neuma apenas estranha não ter sido convocada a prestar esclarecimentos à justiça antes, e se mostrou surpresa com o fato. A então candidata se mantêm serena e no aguardo, se for o caso, de responder aos questionamentos da Justiça Eleitoral.
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