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Sábado, 20 de abril de 2024

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Se Taques cumprir promessa de campanha, Prado deve ser nomeado procurador-geral do MPE

Foto: Reprodução

Se Taques cumprir promessa de campanha, Prado deve ser nomeado procurador-geral do MPE
Caso o governador eleito Pedro Taques (PDT) mantenha uma promessa de campanha feita à Associação Mato-Grossense do Ministério Público (AMMP), o procurador Paulo Prado deverá ser nomeado como procurador-geral do Ministério Público. Isso porque o pedetista defendeu o respeito pela votação interna do órgão como fundamental para a independência do órgão, um dos alicerces da constituição democrática.

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“A indicação do chefe dessa instituição faz parte das condições de sua independência. Ninguém melhor, claro, que os próprios membros do “parquet” para selecionar aquele que irá liderar os rumos de sua atuação”, consta de trecho da resposta de Pedro Taques a pergunta feita pela AMMP a ele e aos outros dois principais candidatos ao Governo de Mato Grosso em 2014, Lúdio Cabral (PT) e José Riva (PSD) – que acabou substituído por Janete Riva (PSD).




Paulo Prado venceu a eleição para procurador-geral do Ministério Público Estadual de Mato Grosso com mais do dobro dos votos de todos os outros candidatos, além de ter maioria absoluta entre os três nomes que comporão a lista tríplice, completada por Vinicius Gahyva e Edmilson Pereira.

O documento será enviado ao governador eleito Pedro Taques no dia 1º de janeiro de 2014, quem tem a prerrogativa de escolher qualquer um deles para comandar o MPE no próximo biênio. Contudo, se o governador seguir a resposta dada ao AMMP, Prado deverá ser reconduzido ao cargo pela quarta vez. Ele já ocupou esse mesmo cargo entre 2005 e 2008, tendo voltado a chefia no biênio 2013/2014.

Nesse meio tempo, ele ainda ocupou o cargo de corregedor geral nos anos de 2011 e 2012. Nos quatro anos em que Prado ficou fora do comando, Marcelo Ferra, o qual pertence ao mesmo grupo político dentro do Ministério Público, foi o procurador Geral de Justiça.

Nos bastidores, Prado tem sido atacado por adversários para que o governador eleito se veja na necessidade de invocar a prerrogativa de escolher um nome da lista tríplice mesmo não tendo sido o mais votado. Contudo, a nova vitória por uma margem larga de votos significa a ampla aprovação de anos de gestão pela categoria.
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