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Quinta-feira, 23 de maio de 2024

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eleições 2014

Renovação será maior que 50% na Câmara e Senado; veja nomes conhecidos que se despedem

Foto: Reprodução

Grandes nomes da política sairão de cena em 2015

Grandes nomes da política sairão de cena em 2015

Dos 100 deputados e senadores considerados os "Cabeças" do Congresso, 71 estão em final de mandato, sendo 63 deputados e oito senadores, e os outros 29 têm mandato até janeiro de 2019. O levantamento é do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), que prevê renovação superior a 50% das cadeiras no Congresso não sm número, mas também na qualidade dos novos congressistas.


De acordo com o apanhado, dos parlamentares que estão em final de mandato, oito desistiram da reeleição, nove concorrem a cargos do Poder Executivo ou Assembleia Legislativa, e portanto estarão fora do Congresso, e 54 tentam a reeleição ou buscam sair da Câmara para o Senado ou o inverso.

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Dos 29 com mandato até 2019, 13 são candidatos a governador. Supondo que um terço destes (4 dos 13) sejam eleitos governadores e um terço dos que tentam a reeleição (18 dos 54) não renovem seus mandatos, somados aos que desistiram (oito) e aos que concorrem a outros cargos no Executivo ou Assembleias Legislativas (nove), no melhor cenário, algo como 40% dos "Cabeças" estariam fora do próximo Congresso.

Entre os nomes que não farão parte da próxima legislatura estão figuras como os senadores José Sarney (PMDB-AP), Pedro Simon (PMDB-RS), Inácio Arruda (PCdoB-CE) e Francisco Dornelles (PP-RJ), os três primeiros por desistência e o último porque concorre a vice-governador de seu estado; os deputados Henrique Alves(PMDB-RN), que concorre ao governo de seu estado, e Inocêncio Oliveira (PR-PE), que desistiu de disputar qualquer mandato.

Estão também nesta condição, os deputados Sandro Mabel (PMDB-GO), Abelardo Lupion (DEM-PR), Dr. Rosinha (PT-PR), Ricardo Berzoini (PT-SP), Aldo Rebelo (PCdoB-SP), Eduardo Sciarra (PSD-PR), todos por desistência; Anthony Garotinho (PR-RJ) e Vieira da Cunha (PDT-RS), que concorrem aos governos de seus estados; Manuela D'Avila (PCdoB-RS), que disputa vaga na Assembleia Legislativa, e Paulo Rubem Santiago (PDT-PE), que concorre a vice-governador.

Além destes, poderão ficar fora do próximo Congresso, caso se elejam para os cargos que postulam, os senadores com mandato até 2019: Aécio Neves (PSDB-MG), candidato a presidente da República; Aloísio Nunes Ferreira (PSDB-SP), candidato a vice-presidente; e Eduardo Braga (PMDB-AM), Eunício Oliveira (PMDB-CE), Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), Pedro Taques (PDT-MS), Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) ou Vital do Rego (PMDB-PB), Armando Monteiro (PTB-PE), Wellington Dias (PT-PI), Gleisi Hoffmann (PT-PR) ou Roberto Requião (PMDB-PR), Lindberg Farias (PT-RJ) e Ana Amélia (PP-RS).

A eleição de 2014, portanto, poderá trazer grande renovação ao Congresso, tanto em termos quantitativos, quanto em relação à elite do Legislarivo federal – formada por debatedores, formuladores, articuladores, negociadores e formadores de opinião no âmbito do poder na atual legislatura – que deixarão a Câmara e o Senado. 
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