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STJ autoriza oitiva de Rowles em processo na Justiça Portuguesa

Da Redação - Arthur Santos da Silva

Superior Tribunal de Justiça (STJ) autorizou que a Justiça Portuguesa colha depoimentos de brasileiros em processo movido por empresa especializada em energia renovável. Caso versa sobre possível golpe financeiro. Entre os depoentes está o lobista e empresário Rowles Magalhães Silva.

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Ação foi proposta em Portugal pela empresa Profitalert Investimentos em Energias em face de Carlos Nuno Gomes Esteves de Carvalho. Conforme os autos, a autora é uma sociedade comercial que se dedica à produção e comercialização de energias renováveis.
 
O Réu desenvolve atividades de consultoria e intermediação de negócios, facilitando a entrada de empresas portuguesas na economia brasileira, designadamente através da angariação de contatos, apresentação de projetos de investimento e intermediação com empresas locais.
 
Processo aponta que Carlos Nuno apresentou à Profitalert uma proposta de investimento na área da construção civil e energias renováveis a realizar em Cuiabá. Como contrapartida pelos serviços prestados pelo réu, a autora assumiu a obrigação de pagar a quantia global de € 333 mil. A Profitalert pagou a Carlos Nuno a totalidade dos valores acordados. Ocorre que a proposta de investimento nunca foi formalizada.
 
Processo cobra restituição da quantia de € 333 mil.
 
Oitivas no Brasil
 
Decisão do ministro Humberto Martins, do Superior Tribunal de Justiça, no dia sete de março, autorizou que a Justiça Portuguesa colha depoimentos de Julio Flavio Miranda, Francisco Tarquinio Daltro, Rowles Magalhães Silva, Álvaro Ferreira Neto, Ricardo Padilla de Borbon Neves, Salim Kamel Abou Rahal, Mauro Arantes Ferreira, José Francisco Capistrano de Pinho, Ozenira Souza e Francisco Nelson Costa Tinoco, todos residentes no Brasil.
 
 Rolews 

Rowles Magalhães entá preso no Brasil em consequência da Operação Decobrimento, que combateu tráfico internacional de drogas. 
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