A 3ª Unidade Judiciária de Várzea Grande confirmou a legalidade da prisão da advogado Jackeline Santana da Silva Nascimento, alvo da Operação Iter Mali. A decisão foi proferida em audiência de custódia na quinta-feira (27).
Leia também
STJ nega liberdade a empresário acusado de atuar como 'disciplina' de facção no Tijucal
Durante o ato, a Justiça avaliou as circunstâncias da captura realizada pela Polícia Civil. O magistrado esclareceu à cidadã os motivos de sua prisão e os direitos previstos na legislação.
Ao analisar a validade do ato, o juiz Wladymir Perri não encontrou falhas no procedimento. Além da validade jurídica, a integridade física da detida foi verificada.
Com a manutenção da prisão, o processo segue para a manifestação do Ministério Público, que deverá analisar um pedido formulado pelos advogados da acusada, que alega estar grávida.
A Operação Iter Mali, deflagrada pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), investiga uma rede estruturada de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Cuiabá e Várzea Grande. Segundo a Polícia Civil, Jackeline atuaria como operadora financeira e jurídica do grupo, utilizando contas de terceiros e transferências via PIX para movimentar lucros ilícitos.