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Domingo, 14 de julho de 2024

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HC NEGADO

Ministro mantém prisão de borracheiro que atropelou e matou professor

Foto: Reprodução

Ministro mantém prisão de borracheiro que atropelou e matou professor
O ministro Og Fernandes, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), manteve a prisão do borracheiro Tony Henrique Neves de Paula, responsável por atropelar propositalmente e matar o professor Leandro Ribeiro Padilha, de 31 anos, em Campinápolis (544km de Cuiabá), na madrugada do dia 9 de janeiro. Decisão é desta quarta-feira (3).

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Tony foi preso em flagrante no mesmo dia do crime, e teve sua prisão convertida pelo juízo de primeiro piso ante a gravidade da sua conduta e para que a ordem pública fosse garantida.

Inconformado, ele acionou o Tribunal de Justiça movendo habeas corpus pedindo aplicação de medidas cautelares alternativas à prisão.

Os argumentos defensivos são que Tony não preenche os requisitos para ser mantido preso, se compromete a colaborar com a justiça, que é pessoa de boa índole, trabalhadora, familiar e que jamais ameaçou a ordem pública.

O requerimento de substituição ou revogação da prisão foi negado por decisão monocrática e, por isso, o recurso ajuizado na Corte Superior não pôde ser concedido.

“A decisão combatida foi proferida monocraticamente pelo desembargador relator na origem. Não há, pois, deliberação colegiada sobre a matéria trazida na presente impetração, o que inviabiliza o seu conhecimento por esta Corte Superior”, anotou Og ao indeferir o pedido.

Segundo com as informações da Polícia Civil, o caso aconteceu no Distrito de São José do Couto. Leandro foi encontrado caído em frente a uma igreja.

Foi apontado que o suspeito de ter atropelado a vítima teria cometido o crime de forma proposital. Ele estava conduzindo o carro quando jogou o veículo na direção do professor.

Após atingir Leandro, o suspeito fugiu do local e alta velocidade. A Polícia Militar foi acionada e conseguiu prender o suspeito.

Devido à gravidade dos ferimentos, Leandro não resistiu. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exame de necropsia.

Veja vídeo:
    
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