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Segunda-feira, 14 de outubro de 2019

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MPF instaura procedimento para apurar aplicação de R$ 44 mi do Fundo Penitenciário na gestão de Taques

Da Redação - Vinicius Mendes

02 Set 2019 - 17:07

Foto: Rogério Florentino / Olhar Direto

MPF instaura procedimento para apurar aplicação de R$ 44 mi do Fundo Penitenciário na gestão de Taques
O procurador da República Carlos Roberto Diogo Garcia instaurou um procedimento de acompanhamento para apurar a aplicação das verbas oriundas do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen), no valor de R$ 44.784.444,44, na Gestão do ex-governador Pedro Taques.
 
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O Governo do Estado, durante a gestão de Taques, havia anunciado que os R$ 44 milhões seriam destinados a investimentos na estrutura, aparelhamento e equipamentos para o sistema penitenciário estadual. O valor oriundo do Funpen foi depositado na conta do Fundo Penitenciário Estadual.
 
O plano de aplicação desse recurso previa a ampliação de mais 734 vagas nas unidades prisionais do Estado e também seria aplicado na aquisição de escâneres corporais, escudo balístico, armamento tático, capacetes, rádios comunicadores, munições e coletes, além de equipamentos de informática (servidor, rede lógica e data bunker).
 
Em uma portaria do último dia 21 de agosto o procurador do Ministério Público Federal determinou a instauração do procedimento de acompanhamento para “fiscalizar a liberação e a consequente execução do plano de aplicação das verbas oriundas do Fundo Penitenciário Nacional (FUNPEN), no valor de R$ 44.784.444,44, para o Poder Executivo de Mato Grosso".

O Olhar Jurídico entrou em contato com o ex-governador Pedro Taques, mas ele não quis comentar, afirmando que o MPF está "cumprindo a função constitucional".

2 comentários

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  • AVANÇA MT
    03 Set 2019 às 08:20

    MAS SOMENTE AGORA O VALOR É MUITO ALTO OS MAUS GESTORES TEM QUE SER PRESOS E TOMADOS SEUS BENS PARA SERVIR DE EXEMPLO AOS OUTROS

  • Marian
    03 Set 2019 às 08:20

    Esse cidadão que afunou o Estado de Mato Grosso, deve ser responsabilizado por suposta improbidade administrativa não só nesse caso em outros também, e deve ainda sofre os rigores da lei e se possível nunca mais sentar numa cadeira de gestor.

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